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O sistema de "congelamento" de motores poderá afetar de forma drástica a Formula 1. Tal opinião é de Christian Horner, chefe da Red Bull, que teme que a categoria perca ainda mais fornecedoras. Com as saídas de Honda, Toyota e BMW, restaram apenas Mercedes, Ferrari, Renault e Cosworth.
Em 2009, o motor Mercedes foi considerado o mais potente do grid. Na ocasião, os concorrentes pediram permissão à FIA para fazer pequenos ajustes em suas unidades, o que não foi aceito. A entidade defende que os melhores motores sejam reajustados, e não o contrário.
"A FIA tem todos os dados em mãos para permitir ajustes nos motores. Seria um desastre caso percamos outra fabricante no final do ano, simplesmente por não conseguir competir com outras. As regras para desenvolvimento dos chassis são tão rigorosas que os motores ficam com um papel ainda mais importante", declarou Horner ao jornal Bild.
A proibição do reabastecimento neste ano será um fator crítico nas corridas. Acredita-se que a Renault, fornecedora da Red Bull, tenha o motor mais econômico do grid, o que poderá fazer com que seus carros larguem com menos gasolina e por consequência tenham vantagem no começo dos GPs.
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